terça-feira, 1 de maio de 2007

Santa Maria de Belém do Grão-Pará







Conheça Belém



A maior cidade da linha do Equador é Belém, carinhosamente apelidada de “Cidade das Mangueiras”. É com essa referência que a capital do estado do Pará é exportada para o mundo inteiro pelo segmento turístico. Maior metrópole do Norte brasileiro, detalhe que credencia a Cidade Morena a ser considerada a porta de entrada para a região Norte, tornando-a Metrópole da Amazônia.
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A inserção definitiva da imagem de Belém no cenário turístico nacional é um desafio (...) para resgatar aos cidadãos de Belém o orgulho com que outrora eles se referiam à capital, crendo que a cidade merece um tratamento digno de grandes capitais impulsionadas pelo turismo.
O trabalho nesse sentido pode ser constatado a partir do símbolo da nova administração, onde se vê a imagem estilizada de uma mangueira. O ícone é de forte apelo para a população que identifica turisticamente a capital como a Cidade das Mangueiras, alusão à grande quantidade dessa árvore nos principais corredores viários do município, formando uma espécie de túnel verde.
Nascida das expedições da Coroa Portuguesa em busca de novos territórios na foz do rio Amazonas, Belém foi fundada a 12 de janeiro de 1616. Foi o Capitão-mor Francisco Caldeira Castelo Branco quem aportou às margens da baía de Guajará para assegurar o domínio da nova terra e resguardá-la do ataque de corsários vindos da Inglaterra e da Holanda.
Belém também é denominada de Cidade Morena, característica herdada da miscigenação do povo português com os índios Tupinambás, nativos habitantes da região à época da fundação. O Censo 2000 informa que a população é de aproximadamente 1.281.279 habitantes, dos quais 54.052 pessoas habitam as 55 ilhas que constituem dois terços do território do município.
O povoamento da capital paraense se originou a partir da margem direita da foz do rio Guamá, no ponto em que deságua na baía do Guajará. Ali foi construído estrategicamente o Forte do Presépio para proteger a cidade. Mais tarde, com a construção do colégio e da igreja dos jesuítas, formou-se o primeiro núcleo de habitantes.
Estruturada, a cidade de Santa Maria do Grão Pará tornou-se a capital do Estado do Maranhão e do Grão Pará, em 1751, englobando todo o extremo norte do Brasil e, depois, passou chamar-se Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
Os fatos que circundam a história de Belém tornaram a área do quadrilátero da fundação, roteiro obrigatório para turistas que visitam a capital do Pará. Hoje denominado de Complexo do Ver-O-Pêso, o centro histórico leva o nome de um dos logradouros mais exportados para o trade turístico nacional e internacional: o Mercado do Ver-o-Pêso, porto principal de barcos que chegam à cidade, procedentes de vários lugares.
As embarcações, que emprestam ao Ver-O-Pêso um burburinho riquíssimo culturalmente e muito peculiar, são um detalhe à parte. Mas a vida urbana de Belém sofre influências aquáticas em quase toda a sua totalidade; basta conhecer a rede hidrográfica da cidade: as baías do Sol, do Marajó, do Guajará, de Santo Antônio; os rios Guamá, Pratiquara, Murubira, Mari-Mari; igarapés do Tucunduba, Val-de-Cans, do Uma e do Combu; e o Furo do Maguari, só para citar os mais importantes.
O potencial hidrográfico de Belém é enorme pela posição privilegiada entrecortada por baías, rios, igarapés e furos que se espalham na porção continental e na região insular. A baía do Marajó a banha ao Norte; o leste é delimitado pelos municípios de Ananindeua, Santo Antônio do Tauá, Santa Bárbara do Pará e Marituba; o município de Acará e o rio Guamá são o limite ao sul; as baías do Guajará e do Marajó, limitam a cidade a oeste.
É comum ouvir no meio turístico uma referência à chuva de Belém, a clássica expressão “antes ou depois da chuva” em vários meses do ano. No entanto, o período de chuvas mais fortes vai de maio até dezembro.
O mês de julho é o ideal para se desfrutar o verão de Belém. Porém, até novembro, ainda se sente muito do calor belenense. Os termômetros registram nesse período temperaturas que variam de 20 graus mínimos à máxima de 38 graus.


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Belém pelos outros:

A epopéia amazônica de João de Jesus Paes Loureiro
"Belém, na tua rede de mangueiras/ na verde solidão das altas horas/ o rio te põe no colo e te acalenta/ o rio te põe no colo e te apascenta/ o rio te põe no colo e te deflora"
(João de Jesus Paes Loureiro)

Fonte: http://www.ufpa.br/bc/bc%20informa/bc_cultura_classicos_paraenses.htm

.. E veio o Amor, este Amazonas
fibras febres
e mênstruo verde
este rio enorme, paul de cobras
onde afinal boiei e enverdeci
amei
e apodreci.

Max Martins
Fonte: http://www.icoaraci.com.br/literatura.htm




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